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VISITEM O
NOSSO BLOG!!! :
http://www.ligalesbicasp.blogspot.com/
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NÃO
SE CALE!
Ser Lésbica é um direito!
Não
à violência contra a mulher
Por
um mundo feminista
O
combate à violência contra a mulher e a defesa de um mundo feminista.
Com esse tema, será realizada no dia 13 de junho, um dia antes da Parada
do Orgulho Gay de São Paulo, a VII Caminhada Lésbica e Bissexual
de São Paulo, organizada pela Liga Brasileira de Lésbicas (LBL).
A
concentração será a partir das 13 horas, na Praça Osvaldo Cruz,
início da avenida Paulista, onde ocorrerá um ato político e cultural. Por
volta das 16h, a caminhada seguirá pela avenida Paulista até o MASP,
com encerramento programado para acontecer no Boulevard 9 de Julho.
Um
dos objetivos do ato é lutar contra a violência, o preconceito e a
invisibilidade que ainda atingem lésbicas e bissexuais e contra a discriminao
sexista.
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No
ano passado, durante a sexta edição, a caminhada levou às ruas de
São Paulo a discussão sobre o Estado laico, a defesa da autonomia
da mulher, o direito de decidir sobre seu corpo e sexualidade, e o direito
a maternidade livre, alertando que nenhuma mulher deve ser obrigada
ou impedida de ser mãe.
Este
ano, para marcar a semana da Caminhada Lésbica e da Parada do orgulho
LGBT, a LBL estará lançando a I Jornada Lésbica Feminista,
com uma série de atividades políticas e culturais que acontecem no
período de 06 a 14 de junho de 2009, cuja programação será divulgada
em breve.
A
LBL começou suas atividades em 2003 e está presente em três regiões
brasileiras.
VII
Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de São Paulo. Participe e traga
suas amigas!
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VII Caminhada Lésbica e Bissexual de São Paulo.
"Não se cale!
Ser lésbica é um direito!
Não à violência contra a
mulher, por um mundo feminista"
A Caminhada Lésbica acontecerá no dia 13 de junho, sábado, a partir das 13h na praça Oswaldo Cruz, início da Avenida Paulista.
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Em breve notícias sobre a VII CAMINHADA LÉSBICA E BISSEXUAL DE SP
Será dia 13 de JUNHO de 2009
Com atividades durante toda a semana que antecede esta data
Para maiores informações contate com a articuladora NACIONAL por SP Lurdinha Rodrigues -
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Ser lésbica é um direito!
Nem igreja, nem mercado, nosso corpo nos pertence.
Por um Estado laico de fato!
Nós mulheres lésbicas e bissexuais convidamos todas as pessoas para celebrar, na VI Caminhada, a Diversidade e o direito de amar livremente.
Ser Lésbica é um direito!
Defender este direito é defender uma sociedade plural, livre de preconceitos, que respeite as pessoas como elas são. Cada pessoa é única e sua felicidade passa pelo livre exercício da sexualidade e pela autonomia sobre o próprio corpo: DIREITOS DE TODAS AS PESSOAS. Queremos políticas públicas inclusivas para mulheres lésbicas e bissexuais .
Não à violência. Não à lesbofobia. Não à mercantilização do corpo das mulheres!
Nós mulheres somos vítimas, diariamente, de algum tipo de discriminação, preconceito e violência, potencializados quando somos lésbicas, negras ou pobres. O Mercado utiliza como estratégias a naturalização da violência, o rebaixamento da auto-estima das mulheres, a perpetuação do preconceito e a discriminação.
Utiliza o corpo da mulher para vender todo tipo de mercadoria, estimular sua submissão ao poder masculino, ao consumismo e a valores retrógrados.
Não aos fundamentalismos. Defesa do Estado Laico!
Somos alvo constante do fundamentalismo, propagado cada vez mais pela Igreja e pelo Estado, com o objetivo de controlar o corpo e a sexualidade das mulheres. O fundamentalismo cultiva o pensamento único e a intolerância, de modo a perseguir e excluir quem não partilha de suas crenças, a maioria delas baseadas apenas em dogmas. Ora, o Estado brasileiro é laico desde 1891, a liberdade de opinião e a inviolabilidade de consciência estão asseguradas na Constituição. Isso significa a separação entre a religiosidade das pessoas e o Estado, entre as crenças e as políticas públicas.
Pela autonomia, igualdade e cidadania!
A sociedade que queremos deve garantir a igualdade de gêneros e respeitar a diversidade sexual. Queremos condições dignas na saúde pública que garantam o direito das mulheres de decidirem ter ou não ter filhos, sejam elas lésbicas, heterossexuais ou bissexuais. Queremos que a Lei assegure a autonomia e liberdade de escolha para o exercício da cidadania plena, a união civil de pessoas do mesmo sexo, o direito à inseminação artificial para as lésbicas pelo Sistema Único de Saúde, a legalização do aborto e a criminalização da lesbo-homofobia em todas as suas formas de expressão.
A Liga Brasileira de Lésbicas realiza esta VI Caminhada pelo direito de ser lésbica, e se junta a todas as mulheres pelo fim do machismo, do racismo, do sexismo, da misoginia e da lesbofobia. Pela liberdade e por um Estado realmente laico e independente, que não aceite pressões do mercado e nem da igreja, mas que trabalhe para a construção de uma sociedade livre, justa e igualitária.
E tudo começou:
2003 foi um ano muito importante para a organização das lésbicas. Ao mesmo tempo em que acontecia em São Paulo o V SENALE (Seminário Nacional de Lésbicas), considerado um marco para o fortalecimento da organização política de lésbicas e bissexuais, foi realizada, também nesse período, a I Caminhada de Lésbicas do país.
Organizada pelo Grupo Umas & Outras, e inspirada na experiência que já acontecia no México, uma manifestação de rua composta por lésbicas.
Desde então, todos os anos, no sábado que antecede a Parada do Orgulho GLBTT, as mulheres fazem sua caminhada para romper com a invisibilidade a que lésbicas e bissexuais estão sujeitas dentro do movimento glbtt, nos espaços de poder e na sociedade.
Liga Brasileira de Lésbicas:
A Liga Brasileira de Lésbicas/LBL é uma articulação política de mulheres lésbicas e bissexuais pela garantia efetiva da livre orientação e expressão afetivosexual. Tem como princípios o pluralismo, a autonomia, autodeterminação e liberdade, a democracia, a solidariedade; a transparência; a horizontalidade; a liberdade de orientação e expressão afetivo-sexual; a defesa do Estado laico; a defesa dos princípios feministas e suas bandeiras; a visibilidade lésbica; uma posição antiracista e anti-capitalista; e combate a lesbo-homofobia.
Como expressão do movimento social, a LBL se constitui como espaço autônomo e não institucional de articulação política. Criada em janeiro de 2003 durante o Fórum Social Mundial, a LBL tem atuado para alcançar a sociedade desejada por todas. Uma sociedade livre de discriminações, onde nenhuma forma de amor seja passível de preconceito ou discriminação.
Em São Paulo, a LBL luta hoje para garantir efetividade nas políticas públicas, reconhecendo as especificidades lésbicas e bissexuais e sua cidadania plena.
Junte-se a nós. Participe da VI Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de São Paulo!
www.lbl.org.br
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VI Caminhada Lésbica
Definido tema da manifestação que acontece em 24/5
Em encontro realizado durante a I Conferência Estadual GLBT de São Paulo, que aconteceu neste final de semana na capital paulista, foi definido o tema da VI Caminhada de Lésbicas e Bissexuais:
Ser lésbica é um direito!
Nem igreja, nem mercado. Nosso corpo nos pertence.
Por um Estado Laico de fato!
A manifestação está marcada para o dia 24 de maio (sábado), véspera da Parada do Orgulho GLBT, com concentração iniciando-se às 14h30 na Praça Oswaldo Cruz (início da Av.Paulista). A caminhada seguirá de lá até o Masp, onde haverá shows de artistas e bandas femininas, ainda a serem definidas.
A organização da Caminhada Lésbica de 2008 está sob a responsabilidade da LBL – Liga Brasileira de Lésbicas, mas todas aquelas que queiram participar das reuniões e da organização são bem-vindas. Em tempo: a Caminhada está precisando de apoio financeiro para o aluguel dos carros e materiais de divulgação.
Anote aí na agenda:
VI Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de São Paulo
Dia 24 de maio, com concentração às 14h30, na Praça Osvaldo Cruz (começo da avenida Paulista)
Fonte: http://dykerama.uol.com.br/src/
Ajude a organizar a VI Caminhada de Lésbicas!
reuniões às sextas-feiras, 19hs, no CIM - Centro de Informação Mulher (Praça Roosevelt, s/n - entre a igreja da Consolação e o posto da PM)
contatos:
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O Dia Internacional da Mulher é um dia de luta em todo o mundo, fruto da mobilização de operárias no início do século passado. Sua celebração foi proposta por Clara Zetkin na II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em 1910, e a partir de então comemorado em diferentes datas. Em 1922, passou a ser celebrado no dia 8 de março, quando as operárias russas deram início às mobilizações da Revolução de 1917.
Nós mulheres lésbicas e feministas acreditamos que a força de nossa mobilização pode construir um mundo livre de exploração, opressão e discriminação.
Estamos nas ruas levantando as bandeiras contra o capitalisto, o imperializmo, o machismo, o racismo, a lesbofobia e todas as formas de fundamentalismo. Estas ideologias fazem mal à sociedade e tentam dirigir nossa vida, corpo e sexualidade, impondo um modelo que oprime, desqualifica e violenta nosso cotidiano e nossas vidas.
Queremos construir um mundo onde o fato de ser mulher, negra, indígena, lésbica, jovem, idosa ou com deficiência seja apenas um elemento da diversidade e corresponda ao direito à diferença e não motivo para preconceito ou desigualdade.
Participe! Traga sua bandeira e suas amigas.
A concentração começará às 10h30, na Praça Ramos, em frente ao Teatro Municipal, com passeata a partir das 12h por algumas ruas do centro. O ato será marcado por intervenções culturais, música, teatro e dança. Numa ação simbólica, a Praça do Patriarca será rebatizada de “Praça da Matriarca”, onde o ato das mulheres deve se encerrar no início da tarde.
Com o objetivo de ampliar a participação de lideranças lésbicas e bissexuais e fortalecer a LBL, será realizada a Plenária Estadual da LBL-SP. Informações e inscrições pelo e-mail:
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Participe e ajude a construir a LBL no Estado de SP!
Plenária Estadual
Liga Brasileira de Lésbicas / SP
Dia: 30 de junho de 2007
Local: Praça da República, 282 – sede da APEOESP
(ao lado do metrô República)
Horário: das 9h às 18hs
Informações e inscrições:
e-mail:
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Participe e traga suas amigas!
INFO-LÉS N° 02 JUNHO/2007
V Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de SP
Lésbicas e bissexuais de SP continuaram, pela quinta vez, sua caminhada rumo à visibilidade. Em um sábado ensolarado tomaram a Avenida Paulista, empunhando bandeiras, faixas e cartazes, buscando a conquista de direitos - como fazer parte (de fato) de uma sociedade que insiste em não nos reconhecer enquanto cidadãs no mundo heterossexual.
Nas várias entrevistas concedidas pela organização da atividade, deixamos explícitas nossas convicções de que só é possível transformar o mundo quando seus pilares forem a igualdade de gênero, quando as desigualdades sociais forem reduzidas profundamente, quando a orientação do desejo deixar de ser motivo de violência e exclusão.
Temos consciência de que estamos no começo dessa travessia e que muitas antes de nós ajudaram a construir esse caminho e reafirmamos nossa convicção sobre a importância de ocuparmos espaços públicos para que seja possível lutar por nossos direitos. Cada vez mais, mais mulheres se somam às ações de visibilidade, já não estamos tão diluídas e isso é muito importante. Sabemos que muitas ainda têm medo, mas vemos que também muitas se fortalecem em atividades como a Caminhada e se juntam nessa luta.
Uma coisa é fato: A Caminhada tem conseguido dar o ar da graça todos os anos em SP, com lésbicas, bissexuais, simpatizantes e parceiros do segmento LGBTT. Em sua quinta edição a caminhada paulistana contou mais uma vez com a presença de companheiras de várias partes do Brasil (RS, DF, PR, PA), além da solidariedade das feministas da Marcha Mundial de Mulheres com a faixa pela legalização do aborto e do segmento LGBTT com a bandeira pela aprovação do projeto contra a homofobia.
A caminhada aconteceu em clima descontraído, leve, afetivo, pacífico, colorida por balões, bandeiras arco-íris, bandeiras com dizeres contra o machismo, o racismo e a homofobia. Uma manifestação festiva conjugada com a politização de reivindicar, direitos, cidadania e políticas púbicas.
Um outro mundo é possível: Sem machismo, racismo e lesbofobia!! Por uma atuação militante e autônoma, que ajude a construir um mundo mais humano, justo e solidário!
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Plenária Estadual da LBL-SP - 17 de junho de 2007, na Apeoesp – Praça da República, 282 – das 9h às 18h
Desde o V Senale (2003), a LBL está sendo construída no Estado de São Paulo. Em 2004, foi realizada em Campinas, a primeira Plenária Paulista da Liga Brasileira de Lésbicas, desencadeando um processo de organização da LBL no Estado de São Paulo, impulsionando a participação das mulheres lésbicas e bissexuais de SP em diversos espaços de construção de políticas e de defesa da cidadania lésbica.
Ainda em 2004, garantimos uma participação organizada no 1º. Encontro da LBL – região sudeste, realizada em Belo Horizonte, no 1º. Encontro Nacional da LBL, em São Paulo; e nas Conferências de Políticas para as Mulheres nos níveis municipal, estadual e nacional, contribuindo com a intensa visibilidade da delegação lésbica na Conferência Nacional.
Em 2005, conquistamos a titularidade da representação lésbica no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e contribuímos no 10º. Encontro Feminista Latino Americano e do Caribe, em Serra Negra, quando o tema da lesbianidade foi incluído como um dos eixos norteadores do EFLAC.
Em 2006, a LBL nacional ampliou suas conquistas, garantindo pela primeira vez a titularidade lésbica no Conselho Nacional de Saúde. No entanto, em São Paulo, a LBL foi marcada por uma condução equivocada, resultando no afastamento gradativo de suas militantes e na predominância de conflitos internos. Isto se refletiu com maior intensidade na organização da IV Caminhada Lésbicas. Com vistas a mudar este curso, em novembro de 2006, um grupo de ativistas decidiu rearticular a LBL em São Paulo e em janeiro de 2007 foi eleito um novo colegiado com a missão de reorganizar a LBL no Estado. Esta Plenária tem também o objetivo de contribuir com esta reconstrução e organização.
Alguns resultados deste empenho na reconstrução e organização da LBL-SP já são percebidos:
§ Participação na organização das conferências municipal e estadual de políticas para as Mulheres e realização da III Pré-Conferência de Mulheres Lésbicas e Bissexuais de SP; <!--[endif]-->
§ Participação em atividades do movimento feminista: no 8 de março; nas Jornadas pelo Aborto Legal e no Comitê de Luta pela Legalização do Aborto; na histórica audiência pública sobre “a imagem da mulher na TV”;<!--[endif]-->
§ Participação em diversos eventos LBGT como no II Encontro Piauiense de Lésbicas e Bissexuais; na preparação do Seminário Nacional sobre Saúde LGBT;<!--[endif]-->
§ Organização e atualização da lista virtual da LBL-SP e colaboração no recadastramento da lista nacional.<!--[endif]-->
É neste cenário de intensa movimentação no sentido de reconstruir, consolidar e ampliar a LBL-SP que a realização da II Plenária Estadual da LBL SP se coloca.
Visando atingir os objetivos de ampliar a participação de lideranças lésbicas e bissexuais, bem como fortalecer a LBL, a Plenária será dividida em duas partes, sendo que a primeira parte será aberta a todas as mulheres lésbicas e bissexuais interessadas; e a segunda parte será restrita às integrantes e interessadas em participar da LBL-SP. Participe e ajude a construir a LBL no Estado de SP!
V Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de São Paulo
Cidadania, Direitos e Políticas Públicas: Por uma sociedade sem machismo, racismo e lesbofobia
Sábado 9 de junho 14h30
Pelo quinto ano consecutivo, as lésbicas de São Paulo realizam uma manifestação própria, na véspera da parada em que se comemora o Dia do Orgulho LGBTT.
O principal intuito é ampliar a visibilidade das mulheres lésbicas e bissexuais, comemorar conquistas, lutar por direitos e contra a lesbofobia.
Num ano em que se amplia o debate sobre autonomia das mulheres em relação ao seu próprio corpo, sobretudo devido a discussão do aborto, as lésbicas e bissexuais também querem dizer não à ingerência do Estado, da Igreja, do mercado e da sociedade machista sobre o corpo da mulher. Basta de imputar culpa às mulheres!
Por um Estado Laico, Democrático e com Justiça Social.
Nesta V Caminhada, as Lésbicas e Bissexuais de São Paulo, querem juntar-se a todas as mulheres para exigir uma sociedade que respeite as diferenças e elimine as desigualdades sociais, econômicas e culturais em nosso País, com as mesmas oportunidades para todas.
Sabemos que as maiores vítimas da discriminação são as mulheres, lésbicas, negras e pobres. Estamos em busca da igualdade de gênero, racial e da livre expressão sexual, em comunhão com os princípios feministas.
A organização é da Liga Brasileira de Lésbicas de São Paulo e conta com o apoio da APOGLBT, de Sindicatos (Enfermeiros/SP, Construção Civil/ABC, APEOESP), do Observatório da Mulher e do Movimento feminista de São Paulo.
Espera-se a participação de mulheres de outras cidades e Estados, que serão recepcionadas pela Fuzarka Feminista na concentração, DJs Eride e Camila e com o som de Tânia Cristina & convidadas no encerramento.
O que compõem – ou comporia - o Trio da Visibilidade?
As opiniões expressas sobre a ausência de um trio de lésbicas na XI Parada foi pauta da reunião da Liga Brasileira de Lésbicas de São Paulo em reunião do dia 02/06/07 e nossa manifestação vai no seguinte sentido:
- A organização da Caminhada de Lésbicas e Bissexuais – em sua V edição – ocorre no sábado que antecede à Parada em função, dentre outras, da avaliação de que as lésbicas têm pouca ou nenhuma visibilidade nas Paradas.
- Em 2006, em que pese o compromisso assumido pela APOGLBTT, não foi possível garantir o destaque às lésbicas na Parada que aconteceu excepcionalmente no sábado.
- É fato que, em 2007, a V Caminhada de Lésbicas e Bissexuais, a realizar-se no próximo sábado, 9 de junho, na Av. Paulista, organizada pela Liga Brasileira de Lésbicas (SP) conta com o apoio da APOGLBT e com ajuda na divulgação de diversas organizações do movimento LGBT e feminista, e de ativistas independentes.
- A LBL/SP entende que um trio exclusivo de lésbicas não supriria a invisibilidade a que as mulheres estão sujeitas em nossa sociedade (machista, misógina) e que este não seria nosso principal instrumento de luta.
- Sobre a afirmação de que a Secretaria Especial de Política Para as Mulheres reconhece apenas um grupo de lésbicas como interlocutor, desconhecemos tal fato, pois a representante do segmento no CNDM – militante na Liga Brasileira de Lésbicas – sempre encaminha as demandas que lhe são apresentadas, independente de grupo ou filiação partidária, bastando que qualquer demanda seja apresentada dentro dos prazos especificados, de forma democrática e igualitária.
- Ao mesmo tempo em que lamentamos estarmos ainda nessa discussão, aproveitamos a oportunidade e conclamamos a todas as companheiras que entendem a visibilidade como um instrumento importante de luta para as lésbicas a estarem presente na
V Caminhada de Lésbicas e Bissexuais
09 de junho de 2007 - sábado
Concentração ás 14h30
na Praça Osvaldo Cruz
Participe! E traga suas amigas...
Liga Brasileira de Lésbicas - site: www.lbl.org.br – e-mail:
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Informativo da LBL-SP INFO-LÉS N° 01 MAIO/2007
Imprima e divulgue!
O que é a Liga Brasileira de Lésbicas
Criada por mulheres lésbicas, começou a ser construída no III Fórum Social Mundial, em janeiro de 2003, na cidade de Porto Alegre, durante a realização do Planeta Arco-Íris, na Usina do Gasômetro, em uma Oficina de Visibilidade Lésbica, que contou com a participação de dezenas de mulheres lésbicas e bissexuais vindas de vários estados do Brasil e de outras partes do Mundo.
Ainda em 2003, no V SENALE - Seminário Nacional de Lésbica realizado em São Paulo, foram construídos alguns princípios e escolhido uma coordenação. Assim, de acordo com sua carta de princípios, a coordenação nacional da LBL é composta por três representantes de cada região: norte, nordeste, sul, sudeste e centro-oeste. As regionais são autônomas desde que observada a carta de princípios constituída coletivamente no I Encontro Nacional em 2004.
A LBL é um movimento que se soma a todos os movimentos sociais que lutam e acreditam que um novo mundo é possível. Sustenta suas ações em princípios feministas, se junta as demais companheiras para reafirmar a posição que diz não à deformação e desqualificação do feminino pelos meios de comunicação; pela autonomia sobre os corpos das mulheres, pelo fim das desigualdades.
Alguns dos objetivos da LBL são:
- reconhecer os direitos sexuais como direitos humanos;
- fortalecer o movimento de mulheres lésbicas e bissexuais no âmbito local, regional, nacional e internacional, sob uma perspectiva feminista, garantindo os direitos humanos, civis, políticos, econômicos, sociais, culturais, étnicos e raciais, sexuais e reprodutivos - como garantia de justiça social e dignidade humana.
A LBL em São Paulo hoje
Luta para garantir efetividade nas políticas públicas para que se inclua as especificidades lésbicas na saúde, na educação, na cultura, entre outras. Com este objetivo tem participado de forma organizada nas conferências de políticas públicas para as mulheres que acontecem entre abril e julho em nosso Estado.
Sobre o Boletim Informativo
Este é nosso primeiro informativo da Liga Brasileira de Lésbicas de São Paulo – LBL-SP. Terá periodicidade mensal e será um espaço de divulgação das ações da LBL-SP. Sugestões serão bem-vindas! Contato:
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Vem aí... a V Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de SP
Histórico das Caminhadas de Lésbicas em SP
2003 foi um ano muito importante para a organização das lésbicas, pois, ao mesmo tempo em que acontecia em São Paulo o V SENALE, considerado um marco para o fortalecimento da organização política de lésbicas e bissexuais, foi realizada, também nesse período, a I Caminhada de Lésbicas do país.
Durante o processo de organização do SENALE, o Grupo Umas & Outras trouxe a proposta de realizarmos uma atividade, no sábado que antecederia à Parada do Orgulho GLBT, que desse visibilidade às lésbicas pois “passávamos batidas” no evento e totalmente invisíveis aos meios de comunicação, constatação de todo domingo pós Parada. A atividade seria, assim como já acontecia no México, uma manifestação de rua composta por lésbicas.
Na Comissão Organizadora do V SENALE não havia consenso sobre a importância de apoiarmos uma atividade como essa, mas, após uma reunião específica para tratar deste tema, deliberamos que sim, era uma atividade importante de visibilidade e que deveríamos dar todo apoio, ajudar a organizar e estimular as presentes ao seminário a participar da Caminhada. Foi emocionante reunirmos mais de mil mulheres no vão do Masp - na avenida Paulista, sairmos pelas ruas com nossas bandeiras e nossas vozes afirmando nossa luta por direitos, por cidadania.
As atividades das Caminhadas não se restringiram ao evento da avenida Paulista. Sendo um período de feriado prolongado – Corpus Christi, aproveitamos cada um dos dias e, durante estes anos, organizávamos campeonato de futebol e atividades culturais na noite de quinta-feira além de um debate sobre o tema da caminhada na noite de sexta. Muito, muito trabalho e também muita, muita alegria de poder dar concretude a idéias, projetos e sonhos que, desejávamos, contribuísse no processo de construção de uma sociedade feminista, socialista, sem racismo, sexismo, machismo e qualquer forma de “fobia”. Uma sociedade onde as diferenças possam ser entendidas e vivenciadas como parte, mas não à parte.
Nesse período, várias vezes fomos instadas a responder se havia um racha com a Parada de São Paulo e sempre colocamos que nossa preocupação era romper com a invisibilidade a que lésbicas e bissexuais estão sujeitas dentro do movimento glbtt; a parceria pode (e deve) existir, mas que somos nós, as lésbicas, que devemos ser ouvidas pela sociedade, não podemos ser tuteladas por qualquer uma das letras da sigla de nosso movimento.
Durante estes quatro anos vários obstáculos tiveram de ser enfrentados, o mais duro foi em 2006, quando as organizadoras da atividade não conseguiram chegar a um consenso sobre autonomia em relação ao Executivo, (dês) respeito às deliberações coletivas e, finalmente, abandono, inclusive da LBL/SP, enquanto grupo, do que deveria ser um grande ato político. A permanência individual de militantes até o final do processo não minimizou as conseqüências da ausência de uma ação de grupo.
Mas... A vida segue, convicções se reafirmam, princípios são resgatados e, nesse processo, a LBL/SP volta a assumir a responsabilidade pela realização da V Caminhada de Lésbicas e Bissexuais!!! Estabelecemos como uma de nossas diretrizes a autonomia em relação ao poder público, o que significa dizer que faremos tudo sem verba pública, utilizaremos apenas o apoio logístico (interdição da av. Paulista, PM etc). Como dito acima, o processo dá muito, muito trabalho mas com certeza estaremos muito, muito felizes de encontrar mulheres que, assim como nós, lutam direito, respeito; por uma sociedade onde as pessoas não sejam colocadas à margem por amar.
A próxima edição do INFO-LÉS trará o histórico das Caminhadas na imprensa. Aguarde...
Convite para reunião do dia 21 de março
Companheiras da LBL-SP Convidamos a todas para a próxima reunião a realizar-se na próxima quarta-feira, 21 de março, 19hs, na Rua Japurá, 43 (ao lado da Câmara Municipal de São Paulo).
pauta: informes (participação no 8 de março, no ato contra o veto do Prefeito ao PL que penaliza atos de discriminação contra a população LGBT e outros informes) agenda política da LBL-SP (conferência e caminhada lésbica) continuidade da reestruturação da LBL-SP (projeto político LBL, critérios de participação, lista virtual, encontros estadual e regional)Participe e contribua! Abraços e até lá, Colegiado da LBL Claudia Rosa, Lurdinha e Rita Quadros
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